12.1.09

Mitos e lendas que assustam

Já não basta mentir sobre Papai Noel, Coelhinho da Páscoa, Bicho Papão, Velho do Saco, Fada do Dente e tantas outras figuras imaginárias?
Pais, chega de mentiras!
Por que 5 contra 1 é desvantagem, mas não é pecado. (Zanfa)

Coisa gostosa

19 horas. Tio Lukas tomou banho de mangueira no quintal. É uma delícia.
Passos (opcionais) :
1- Pegar xampu, sabonete e toalha.
2- Deixar a cadela boxer bem distante através de ameaças, senão ela já dá a voadora.
3- Zorba pronta pra ser lavada no dia seguinte.
4- Necessário um sol básico como fez hoje. Uma secadinha peladão é uma delicia.
5- Não sair correndo pra atender o telefone caso ele tocar.
6- Uma latinha de Skol na mão.
7- Muro alto, claro.
8- Um local pra fixar a mangueira com o esguicho (eu uso o gancho da rede).
9- Ficar pensando NADA enquanto a água cai em cima da gente.
10- Ficar pensando em porra nenhuma.

Calor

Fiquei sabendo há pouco, no boteco. Duas coisas incrìveis devidas ao grande calor em Maringá:
* Joelzinho mora no jardim Santa Rosa e a porta de sua sala, por onde ele entra, fica voltada para o pôr do sol. Ele chegou em casa, por volta de 6 da tarde, colocou a mão na maçaneta de metal a fim de abrir a porta e teve queimaduras de segundo grau na mão direita. Está internado no HU.
* Robson, morador no Borba Gato, deixou sua moto estacionada ao sol, em frente ao Bar do Madruga, e foi jogar truco no local. Quando acabou o jogo, duas horas depois, ele sentou na moto pra ir embora. O banco estava quase derretendo.
Deu queimadura de terceiro grau. Também está no HU.

Quem tiver grana...

O Brasil vai estar bem de shows em 2009.
B-52's (Ah, meu Deus!) : 21 de março no Rio e 22 em São Paulo.
Sisters of Mercy: 5 de junho em Curitiba e dia 6 em São Paulo.
Radiohead e Kraftwerk: 20 de março no Rio e dia 22 em Sampa.
E mais:
Elton John; Alanis Morrissete; turnê do Iron Maiden; Simply Red.
E são cogitados, ainda: Coldplay; Alice Cooper; Paul McCartney; Britney Spears: Oasis e Sonic Youth.

Doidona

Poli: minha adorada cadela boxer, se esfregando na grama após chafurdar na bacia de água, a qual ela adora (abaixo)
( Fotos: Vânia)

11.1.09

Uia!


Onde estão os cabos?


Meninas lindas


Fora de moda


Placa motivacional


Inveja

Conta a lenda que uma vez uma cobra começou a perseguir um vaga-lume.
Este fugia rápido, com medo da feroz predadora e a cobra nem pensar em desistir.
Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada.
No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e disse a cobra:
- Posso lhe fazer três perguntas?
- Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar.
- Pertenço à sua cadeia alimentar ?
- Não.
- Eu te fiz algum mal?
- Não.
- Então, por que você quer acabar comigo?
- Porque não suporto ver você brilhar.

Pense nisso e selecione as pessoas em quem confiar.

Amizade

“Cada um que passa em nossa vida passa sozinho,
porque cada pessoa é única para nós e nenhuma substitui a outra.
Cada um que passa em nossa vida passa sozinho, mas não vai sozinho, nem nos deixa só.
Leva um pouco de nós mesmos e nos deixa um pouco de si mesmos.
Há os que levam muito, mas não há os que não levam nada.
Há os que deixam muito, mas não há os que não deixam nada.
Esta é a mais bela realidade da vida, a prova tremenda de que cada um é importante e que ninguém se aproxima do outro por acaso"

Saint-Exupéry

Queda de audîência da Globo

Costuma-se atribuir a queda de audiência da Rede Globo às suas concorrentes. Mas esse é apenas um dos fatores.
O maior inimigo da Globo tem um nome pouco conhecido: share, que na linguagem do IBOPE significa número de televisores ligados. Ou seja, as pessoas assistem cada vez menos TV. A partir disso, surge outro questionamento: por que o telespectador não dá tanta atenção à programação televisiva, como antes? Abaixo, algumas razões:

Crescimento do número de universitários: uma pesquisa já havia revelado que os universitários passam pouco tempo diante da TV. Então, como a quantidade de estudantes na universidade vem aumentando, isso contribui para a queda de audiência da telinha.
Aumento do poder de compra da classe baixa: com o salário um pouco melhor (pouco, porque o que se recebe ainda não é o suficiente), as pessoas têm acesso a outros tipos de entretenimento, como cinema e livros. O aparelho de TV fica a maior parte do tempo desligado.
Popularização da Internet. Com o aumento das Lan House e o barateamento dos computadores pessoais o acesso a Web se democratizou. Imagine quantas pessoas – independentemente da classe social – estão conectadas à Net neste momento! E a TV, coitada, está esquecida!

Não devemos desconsiderar que outras emissoras (principalmente a Rede Record) tiraram preciosos pontos da Rede Globo, mas esse é um problema menor. O maior desafio dela, agora, será oferecer um produto que convença seu antigo telespectador a desconectar a Internet, sair da sala do cinema e fechar o livro. Tarefa praticamente impossível. (Valdeir Almeida- Ponderantes)

Eu era burro e não sabia

Do Sr.Com

Eu já sofri muito assistindo aqueles filmes de farveste (era assim que a gente chamava quando ainda não tínhamos sido devidamente domesticados pelo Tio Sam) e torcendo contra os índios... Achava natural e certo os americanos matarem aqueles seres humanos que corriam estupidamente em volta daquelas carroças.
O mesmo acontecia quando assistia os americanos matando mexicanos. Sempre vestidos de pijama branco e um sombrero na cabeça. Arrepiava-me quando na hora H aparecia a cavalaria dos cara pálidas americanos arrasando tudo.
Também achava fantástico falar fanho mascando chiclete, como ainda se vê em muitos filmes americanos e noticiários de hoje. Não cheguei a me fantasiar de Elvis Presley, mas meus amigos saiam com aqueles topetes ridículos (uma mistura de Jerry Adriani com Zé Bonitinho).
O estilo de vida americano deixava o mundo inteiro com inveja ou admiração. Achava sofisticado usar palavrinhas em inglês, por mais anti sonoras que fossem. Tipo “fécham” no lugar de moda, uma palavra e um som muito melhores.
Um belo dia os super homens da minha juventude, com dois metros de altura e super equipados, levaram um corridão de vietnamitas de um metro e meio armados de bambu, inteligência e razão.
É, eu era burro e não sabia. A admiração foi terminando, terminando (Michael Jackson, John Wayne, chicletes, mc Donald, Lewis, tudo símbolos de uma cultura inútil, cafona e marketeira). O sentimento foi transformando-se em decepção, depois (com as invasões e outras ações assassinas nos países islâmicos, virou medo). Não posso dizer que hoje sinto pena porque, na realidade, sinto uma grande vontade de gritar: Bem feito!
Hoje, no Brasil, não precisamos desses exemplos babacas. Podemos recuperar nossa identidade e transformá-la no que chamo de alma de matriz. Chega de ser caricatura de culturas sem valor algum.

10.1.09

A vó a bordar

Coisa linda. Um clássico do programa Cocoricó. Exercite sua memória, de preferência juntamente com as crianças. Eu já decorei.

Treinando seu cãozinho adotado

Treinar um cão filhote não é uma tarefa fácil. Exige conhecimento de táticas de adestramento, dedicação ao animal e determinação do dono.
Agora quando falamos em um cão adotado, com uma idade mais avançada, esse processo é ainda mais difícil…
Às vezes, programas de treinamento falham. Bonitamente. (Zanfa)

Previsão do tempo

Que Simepar que nada. Quem me dá a previsão do tempo quase que exata é o entregador do O Diário. Explico:
Acordo por volta de 4 da madruga e vou pegar o jornal. Não preciso nem olhar pro céu pra saber se vai chover. Quando vai, o exemplar vem embrulhado num saco plástico; quando não, vem sem.
O cara manja.
Mas eu olho pro céu, sim, pra ver as estrelas e confirmar a previsão dele.

9.1.09

Cartunzinho


Cartunzinho


Vejinha

A revista Veja sempre defendeu abertamente o Estado terrorista de Israel e nunca escondeu o seu ódio à causa palestina. O fundador da Editora Abril, dona da publicação, Victor Civita, filho de judeus italianos, nasceu em Nova Iorque, em 1907. Mudou-se para o Brasil em 1949 (...).
A exemplo da mídia de Israel, militarmente controlada e censurada, e da mídia dos EUA, sob forte influência da comunidade judaica, a Veja é uma representante “honorífica” do sionismo assassino e da “limpeza étnica” na região. (Trechos de artigo de Altamiro Borges).

8.1.09

Perdão leitor

Odiei fazer isso. Com todo o respeito ao povo árabe e aos habitantes da Palestina, que estão sendo massacrados por Israel, de forma desumana e cruel. Paz àquele povo tão molestado historicamente.

Placas

Pra nego não ficar enchendo o saco: as cinco Placas Motivacionais publicadas abaixo são do blog Desmotivados. Apenas um tem o logo.

hmmmm...


Frio, melhor se previnir


Eu?


Plantão 24 horas


Iiááá!!!

7.1.09

O verdadeiro Homem Aranha

Eu também sei fazer isso. Só não faço porque aqui perto de casa não tem um monumento como esse. Aliás, ainda não sei como a prefeitura ainda não superfaturou na construção de um.

Cartunzinho


Descontão

Comece o ano economizando 50 pilas na compra de um umidificador. Veja se você consegue: (Via Bobagento)

6.1.09

O cara foi na jugular

O governador Roberto Requião determinou que a Procuradoria-Geral do Estado vá à Justiça contra a operadora de telefonia móvel Tim.
Leia mais na agência estadual de notícias

A causa

A verdadeira causa do aniquilamento total dos palestinos não é política, nem tampouco um plano diabólico dos EUA para se manter na região defendendo seus interesses como a venda de armas e seu expansionismo.
O Bodega Cultural [blog do Carlinhos Medeiros] descobriu o porque de tanto derramamento de sangue. Trata-se de uma vingança de Jeová, profetizado no livro de Obadias 17-18 quando diz:
"Mas no monte de Sião haverá livramento; o monte será santo; e os da casa de Jacó possuirão as suas herdades. A casa de Jacó será fogo, e a casa de José chama, e a casa de Esaú restolho; aqueles incendiarão a estes e os consumirão; e ninguém mais restará da casa de Esaú, porque o SENHOR o falou." [versos 17-18]...Leiam o restante aqui e se acreditarem nas profecias peçam a Deus para perdoar a casa de Esaú.

5.1.09

Cartunzinho


Drogas: Elas sabem como agir

Essa mulher é uma tal de Amy Winehouse. Nunca tinha ouvido falar. Deram uns Grammys pra ela (filha de judeus, é lógico que ganha prêmios desses). Li que o lance dela é ir pro Caribe, ser rata de praia. Olha o que a mulher virou. Salvo engano tem 26 anos.


Call me

Meu pai eterno. Se eu vejo um show desse já vai chamando o Siate. Debbie Harry e o Blondie, em 1982 em Toronto, Canadá.

Falta de leitos

Toca meu celular por volta de 9 e meia da manhã. A moça diz:
- É o Lukas? Aqui é do Hospital Universitário. O José Carlos Amador quer falar com você.
Aí eu já temi o pior, ao lembrar da charge que saiu ontem na página 2 de O Diário. Vem fumo, pensei.
Ao contrário, Amador (de quem sou admirador pelo seu trabalho sério) encheu tio Lukas de graveto. A charge é essa aí:


4.1.09

Placa desmotivacional


Vai feder por mais 4 anos?

Olha que coisa mais sugestiva para acabar com os CCs. E reparem no formato. (Jacomino Pires)





Cocaine

Artigo do editor-chefe do Jornal de Brasília, Sylvio Guedes. (via Desabafo Brasil)

Eles ajudaram a destruir o Rio

É irônico que a classe artística e a categoria dos jornalistas estejam agora na, por assim dizer, vanguarda da atual campanha contra a violência enfrentada pelo Rio de Janeiro. Essa postura é produto do absoluto cinismo de muitas das pessoas e instituições que vemos participando de atos, fazendo declarações e defendendo o fim do poder paralelo dos chefões do tráfico de drogas.
Quando a cocaína começou a se infiltrar de fato no Rio de Janeiro, lá pelo fim da década de 70, entrou pela porta da frente. Pela classe média, pelas festinhas de embalo da Zona Sul, pelas danceterias, pelos barzinhos de Ipanema e Leblon. Invadiu e se instalou nas redações de jornais e nas emissoras de TV, sob o silêncio comprometedor de suas chefias e diretorias. Quanto mais glamoroso o ambiente, quanto mais supostamente intelectualizado o grupo, mais você podia encontrar gente cheirando carreiras e carreiras do pó branco.
Em uma espúria relação de cumplicidade, imprensa e classe artística (que tanto se orgulham de serem, ambas, formadoras de opinião) de fato contribuíram enormemente para que o consumo das drogas, em especial da cocaína, se disseminasse no seio da sociedade carioca - e brasileira - por extensão.
Achavam o máximo; era, como se costumava dizer, um barato. Festa sem cocaína era festa careta. As pessoas curtiam a comodidade proporcionada pelos fornecedores: entregavam a droga em casa, sem a necessidade de inconvenientes viagens ao decaído mundo dos morros, vizinhos aos edifícios ricos do asfalto. Nem é preciso detalhar como essa simples relação econômica de mercado terminou.
Onde há demanda, deve haver a necessária oferta. E assim, com tanta gente endinheirada disposta a cheirar ou injetar sua dose diária de cocaína, os pés-de-chinelo das favelas viraram barões das drogas.
Há farta literatura mostrando como as conexões dos meliantes rastacuera, que só fumavam um baseado aqui e acolá, se tornaram senhores de um império, tomaram de assalto a mais linda cidade do país e agora cortam cabeças de quem ousa-lhes cruzar o caminho e as exibem em bandejas, certos da impunidade.
Qualquer mentecapto sabe que não pode persistir um sistema jurídico em que é proibida e reprimida a produção e venda da droga, porém seu consumo é digamos assim, tolerado. Que a mídia, os artistas e os intelectuais que tanto se drogaram nas três últimas décadas venham a público assumir: 'Eu ajudei a destruir o Rio de Janeiro.'
Façam um adesivo e preguem no vidro de seus Audis, BMWs e Mercedes.' E ainda acrescento: Saiu nos jornais que o ator galã da GLOBO, Fábio Assunção foi afastado da novela para "tratar de problemas de saúde".
Tais problemas todos sabem que são ligados à COCAÍNA, a qual cheira, come com farinha e etc e tal há vários anos. Aliás, todos sabem tb que é na GLOBO, nas festinhas dos diretores de núcleos, dos altos escalões da empresa que estão os maiores consumidores.
Muitos sabem e escondem que nessas festinhas se cheira na bandeja. O que fazem? No final do ano, ou a cada caso mais chamativo fazem PASSEATAS PELA PAZ NO RIO.
São todos uns CANALHAS. Quando o delegado HÉLIO LUZ (aquele que foi chefe de POLÍCIA no governo da Benedita) disse que o brilho do pó começava em IPANEMA, muitos dos GLOBAIS (INCLUINDO-SE AÍ os diretores de jornalismo da emissora) fizeram campanha e logo o afastaram do cargo.
Ele falava com conhecimento de causa. Quanto tempo faz isso? Poucos lembram. Pois é, essa canalhice não acaba nunca. O Rio de Janeiro por isso virou essa cidade que vive uma guerra civil que ninguém tem coragem de assumir. Conclusão: todos somos hipócritas....

3.1.09

Molhados ou sequinhos?

Um piscinão em São Paulo. O formato lembra o quê, ao noqueiro?

Porteira fechada

Michael Jackson jé fez um oferta.

Cartunzinho


A mídia e o Oriente Médio

Doze Regras de Redação da Grande Mídia Internacional Quando a Notícia é do Oriente Médio

Regra Um - No Oriente Médio, são sempre os Árabes que atacam primeiro e sempre Israel que se defende. Esta defesa chama-se represália.
Regra Dois - Os Árabes, Palestinos ou Libaneses não têm o direito de matar civil. Isso se chama "Terrorismo".
Regra Três -Israel tem o direito de matar civil. Isso se chama "Legitima Defesa".
Regra Quatro - Quando Israel mata civis em massa, as potências ocidentais pedem que seja mais comedida. Isso se chama "Reação da Comunidade Internacional".
Regra Cinco - Os Palestinos e os Libaneses não têm o direito de capturar soldados de Israel dentro de instalações militares com sentinelas e postos de combate. Isso se chama "Seqüestro de Pessoas Indefesas".
Regra Seis - Israel tem o direito de seqüestrar a qualquer hora e em qualquer lugar quantos Palestinos e Libaneses desejar. Atualmente, são mais de 10.000, dos quais 300 são crianças e 1000 são mulheres. Não é necessária qualquer prova de culpabilidade. Israel tem o direito de manter os seqüestrados presos indefinidamente, mesmo que sejam autoridades democraticamente eleitas pelos Palestinos. Isso se chama "Prisão de Terroristas".
Regra Sete - Quando se menciona a palavra "Hezbollah", é obrigatório a mesma frase conter a expressão "apoiado e financiado pela Síria e pelo Irã".
Regra Oito - Quando se menciona "Israel", é proibida qualquer menção à expressão "apoiada e financiada pelos Estados Unidos". Isso pode dar a impressão de que o conflito é desigual e que Israel não está em perigo existencial.
Regra Nove - Quando se referir a Israel, são proibidas as expressões "Territórios Ocupados", "Resoluções da ONU", "Violações de Direitos Humanos" ou "Convenção de Genebra".
Regra Dez - Tanto os Palestinos quanto os Libaneses são sempre "covardes" que se escondem entre a população civil, a qual "não os quer". Se eles dormem em suas casas com as sua famílias, a isso se dá o nome de "Covardia". Israel tem o direito de aniquilar com bombas e mísseis os bairros onde eles estão dormindo. Isso chama "Ações Cirúrgica de Alta Precisão".
Regra Onze - Os Israelenses falam melhor o Inglês, o Francês, o Espanhol e o Português que os Árabes. Por isso eles e os que os apóiam devem ser mais entrevistados e ter mais oportunidade do que os Árabes para explicar as presentes Regras de Redação (de 1 a 10) ao grande público. Isso se chama de "Neutralidade Jornalística".
Regra Doze - Todas as pessoas que não estão de acordo com as Regras de Redação acima expostas são "Terroristas Anti-Semitas de Alta Periculosidade".

2.1.09

Ai, ai

Na terça-feira, num bar, um cara (até que bem esclarecido) me diz:
-Ví uma matéria sua no Diário. Tão te traduzindo pro inglês.
- É. Mas são apenas alguns cartuns, pra uma cartilha do Governo do Estado; pros professores usarem nas salas de aula, eu disse. (I say).
- Tão pagando bem?
Aí eu zoei (Eu adoro isso). Será que o cara não viu na matéria?
Aí eu fui na jugular, em meu estilo mais irônico possível.
- Vão pagar 400 dólares por cartum. Acho que serão uns 30. Vai dar uma graninha boa (Unca Lukas say).
O cara ficou de boca aberta. (Open mouth). E olho gordo. (Fat- yey)
- Por que você também não pede pra traduzir pro francês?
- Já recebi uma proposta. Mas o pessoal quer pagar apenas 200 euros por charge. Aí não compensa.
E eu falando sério e o cara acreditando.

(Já escrevi aqui: uma professora de Goioerê- extensão da UEM naquela cidade- está fazendo um trabalho bacana com alguns cartuns do tio Lukas. Não vou ganhar nada. Nem tô aí pra grana).

E continua o papo...
- Mas se você entrasse em contato com a embaixada francesa...
- É. Eu vou entrar em contato. Já pensei nisso. Eu tenho dois amigos que trabalham lá. Valeu, cara!
Matei a latinha de cerva e caí fora.

Israel X Palestina: entenda o conflito

Através dos grandes veículos de comunicação você jamais entenderá a “guerra” Israel x Palestina. Encontramos essa entrevista que me pareceu ser a mais esclarecedora sobre o assunto. Extraído de entrevista com o médico Mustafá Barghouti, líder da Iniciativa Nacional Palestina feita por Ignácio Ramonet (19/05/2008):

Hoje, fala-se muito do Hamás, nos jornais, na televisão. Há 20 anos, o Hamás não existia. Nem existia o Hizbollah libanês. Israel, de certo modo, provoca o surgimento destes grupos, por sua atitude de afrontamento sistemático contra os palestinos. Para ser objetivos, temos de reconhecer também que o Hamás e o Hizbollah são resultado da intransigência de Israel. Mas, desde o final dos anos 1980, a Organização para a Libertação da Palestina (OLP) tem-se mostrado disposta a negociar e a encontrar soluções.
Acho. Mas, como médico, posso garantir que um dos erros mais graves, que se pode cometer é confundir causas e sintomas de uma doença. Quem age assim corre o risco de matar o doente.O que se vê é que, em sua prática de propaganda, Israel mistura muito habilmente sintomas e causas. Praticamente todos os veículos de comunicação que noticiam o conflito palestino-israelense dão destaque à violência.
Mas esquecem sempre de dizer que a violência é sintoma, manifestação da doença, do mal-estar, expressão de uma outra coisa. Esta outra coisa, de que ninguém fala, é a causa. São poucos os que lembram que a causa da violência é a ocupação da Palestina por Israel.
Esquecem de dizer que – como aconteceu na França, por exemplo, de 1940 a 1944 – a pior de todas as violências é a ocupação. Não quero comparar situações tão diferentes. O que estou dizendo é que a ocupação da França, entre 1940 e 1944, não foi causada pela violência da Resistência.
Tampouco a violência dos indianos revoltados contra a presença colonial dos ingleses foi causa da colonização inglesa na Índia. A causa sempre é a ocupação. A violência contra a ocupação é sintoma. “Causa” e “sintoma” são conceitos completamente diferentes, que não podem ser confundidos.
Os veículos de comunicação, a mídia mistura sistematicamente os dois conceitos. E confunde tudo.Na Palestina, pede-se aos que vivem sob ocupação que garantam a segurança dos ocupantes. A mídia começou por confundir a mente dos israelenses, e aos poucos confundiu o mundo todo.
É uma situação estranha, e efetivamente trágica. Na Palestina, pede-se aos que vivem sob ocupação que garantam a segurança dos ocupantes. É surreal. Para explicar uma situação muito simples – um país foi ocupado, seus habitantes defendem-se contra os ocupantes –, chegamos a ponto de confundir: as vítimas seriam os agressores, e os agressores, as vítimas.
Começaram por confundir a mente dos próprios israelenses. Depois, pouco a pouco confundiram todas as mentes.
Pescado do Sr.Com

Cartunzinho


Minas Gerais


Meus sais!

Acredite, noqueiro: essa bagaça que está colada na parede é uma OBRA DE ARTE e está exposta no Centro de Arte Contemporânea Inhotim, em Brumadinho (MG).

1.1.09

EBM

Começando 2009 regaçando. Clipão muito legal. AMNESIA: Ibiza.

Ano novo