19.7.10

Cartunzinho

5 comentários:

Wilson Alves disse...

Isso é coisa de Índio... Da Costa!

Anônimo disse...

Ha 500 anos, a eleite exploradora e racista, usa esse bordao.

E sempre foi assim: a espada vinha á frente, matando e roubando, enquanto atrás, vinham os padrecos enxugando as lágrimas c/ suas infames mentiras (e pedofilia).

E nossas Universidades, ao invés de inverterem essa perversidade sociológica, nao passa de fábrica de fazer patroes - de merda.

Inté,
Murilo

OBSERVADOR DA DILMA disse...

17/07/2010
às 6:45
O COMÍCIO DOS MIL - Servidores encaram ida a comício no Rio como serviço extra

Com ar cansado, alguns poucos moradores da Baixada Fluminense enfrentam chuva e distância para participar de eventoPor Elvira Lobato, na Folha:
Nem a anunciada presença do presidente Lula animou os moradores da Baixada Fluminense a enfrentar a distância e a chuva para participar do comício da candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, e do governador Sérgio Cabral (PMDB), que concorre à reeleição. Por volta das 15h, dois ônibus estacionaram na praça do Eucalipto, em Queimados (55 km do centro do Rio), para levar moradores gratuitamente para o comício. Eles estavam a cerca de 100 metros da prefeitura. Durante uma hora, não apareceu nenhum interessado.

Aos poucos, chegaram 18 empregados da prefeitura. Com ar cansado, alguns torciam para que a viagem fosse cancelada e que os ônibus voltassem para a garagem.

Mas o compromisso foi mantido. Um ônibus voltou para a garagem, por falta de passageiros; o outro seguiu viagem, semivazio. O prefeito de Queimados, Max Lemos (PMDB), tinha convocado moradores para o comício com carros de som. No dia anterior, ele afirmara que dez ônibus sairiam de lá em direção ao Rio.

A viagem começou com os funcionários preocupados com a reação do prefeito quando soubesse que não havia funcionários em número suficiente nem para lotar dois ônibus. A reportagem da Folha soube dos ônibus, com um telefonema para o gabinete do prefeito, no início da manhã. O funcionário que atendeu a ligação deu o local e a hora de partida.

A repórter acompanhou a viagem sem se identificar como jornalista. “”Se fosse um convite para churrasco, com cerveja, estaria lotado de gente em pé”, disse uma funcionária da Secretaria de Cultura. Não havia galhardetes, bandeiras nem cantos de hinos partidários. Foi uma viagem silenciosa, de empregados que seguem para um serão extra após a jornada normal de trabalho. Aqui

Anônimo disse...

Dilma já era!

Marco Fabretti disse...

pintura legal