18.7.10

Ajuda à boa reportagem

Para evitar momentos desagradáveis como os que temos visto na imprensa ultimamente, e também para guiar e orientar os novos jornalistas inexperientes ou para contribuir para a boa formação dos alunos das faculdades de jornalismo, passamos a indicar a gloriosa entrevista de José Serra ao semanário dos homens bons, em 13 de junho do corrente, como um exemplo primoroso de como entrevistar um grande estadista e personalidade de brilho ímpar, sem correr o risco de desrespeitá-lo ou de causar-lhe qualquer aborrecimento ou embaraço, nunca fazendo qualquer pergunta que ele mesmo não fizesse a si, afinal estamos lidando com um legítimo representante dos homens de bem e não com uma reles terrorista comunista das hostes petistas.
Professor Hariovaldo

5 comentários:

Anônimo disse...

É por essas e outras que continuamos a dizer: Que falta nos fazem bons professores.
Ivan

Wilson Alves disse...

É a mais pura verdade, e digo mais!
Assim como o governo paulista do PSDB cedeu um terreno em anexo à rede globo para a formação de profissionais comprometidos com os valores globais assim também fará com um espaço aproximado de 1.500 metros em frente ao prédio da Abril Cultural para formar jornalistas comprometidos com os valores que emanam do próprio “terreno”.
Nota: O fato de o “terreno” localizar-se sobre o Rio Tietê é assaz inspirador, para o jornalismo esgoto.

Ivan disse...

Surrupiado do blog Vi o mundo do Azenha, parte de uma reportagem em que termina assim:
Para um jovem israelense, judeu, que acaba de prestar o serviço militar obrigatório, a coisa é simples: “É guerra psicológica. A ideia é conseguir que os palestinos saiam daqui.”
Vejam como começa...
15 de julho de 2010 às 18:05
O apartheid, no dia-a-dia dos palestinos

Jerusalém: o “apartheid de rua”

10/7/2010, Mya Guarnieri, Al-Jazeera, Qatar

Mahmoud Alami, motorista de táxis em Jerusalém, conhece a cidade como a palma da mão. Conhece cada bairro, todas as ruas. E conhece os semáforos. Um dos semáforos, sobretudo, intriga-o muito, não profissionalmente, mas pessoalmente.

Esse semáforo fica entre Beit Hanina, bairro palestino, e Pisgaat Zeev, colônia exclusiva para judeus.

“O sinal fica verde [para os colonos judeus], por cinco minutos. Mas e para sair e entrar em Beit Hanina? Só dois ou três carros conseguem atravessar”, diz Alami. Na direção de Beit Hanina, o sinal fica aberto só por alguns segundos. “Não dá tempo de passar. Por isso, na direção de Beit Hanina, sempre há engarrafamentos-monstro. E ninguém passa.”

Al Jazeera foi conferir: o farol que abre na direção das colônias e bairros exclusivos para judeus permanece aberto por um minuto e meio. Nas áreas palestinas, por 20 segundos. Em todos os casos, o sinal verde, em todas as áreas predominantemente árabes de Jerusalém Leste, fecha em menos de 10 segundos.

“[Os palestinos] vivem engarrafados, sem poder avançar”, diz Amir Daud, também motorista de táxi. “É reflexo da situação terrível em que as pessoas vivem.”

Discriminação no orçamento

Engarrafamentos de trânsito são um dos problemas das áreas de infraestrutura e serviços nas áreas palestinas de Jerusalém. As estradas não recebem qualquer tipo de manutenção. São estreitas e esburacadas. E praticamente não há sinalização de trânsito nas ruas e calçadas.

renato disse...

Argh!!! Mas consegui ler. Como alguém pode ler semanalmente aquilo? Conheço gente que o faz, mas tb não soube me explicar.

Henry disse...

Kkakakkkakaakkaaa!

O professor Hari é um comediante incomparável!!!!Uma caricatura da "alta" sociedade!
A elite tupiniquim lambe botas dos EUA e os demotucanos devem odiá-lo!!!!
kakakakakakakkkaa!