18.5.10

Acode o homem

Durante a entrega do prêmio Nueva Economía Fórum 2010, realizada nesta terça-feira, na Espanha, o jornalista Clóvis Rossi, da Folha de S.Paulo, caiu de cima de uma estrutura montada para o evento e fraturou duas costelas.
O presidente Lula, que estava no evento para discursar e receber a premiação, percebeu que o jornalista estava com falta de ar e pediu para que um médico o socorresse. Após atendimento, o jornalista recebeu atendimento, retornou ao hotel e passa bem.

Para quem não sabe, Rossi bate forte no atual governo e sempre acha alguma coisa para exercitar seu ranço, muitas vezes infundado. Assim como Elio Gaspari, Clovis Rossi mandou às favas sua independência jornalística e bom senso e agora faz o jogo do dono do que um dia foi um jornal sério e pluralista.

8 comentários:

Wilson Alves disse...

Lukas...
Esse momento pelo qual estamos passando é o melhor momento do governo do Presidente Lula.
Com previsão de crescimento maior que 6%, as instituições federais funcionando a contento, o PIG literalmente se esborrachando e a candidata do governo ultrapassando o da oposição nas pesquisas de intenção de votos.
Nós, brasileiros de fato, estamos de parabéns!

Anônimo disse...

Pois é Wilson, mas nem tudo são flores para o futuro. O Sr Michel Temer, segundo a Wiki, tem seu nome citado 21 vezes no caso castelo de areia. Que não é nenhum conto de fadas.
Não bastasse isso, os ensaios bem sucedidos feitos em Honduras parece que há quem os queira reprisar por aqui. Os golpes continuam sendo arquitetados nos mesmos locais, só que quem os desfecha não são mais os militares. Em Honduras foi a suprema corte. Não sei se lá também quem a chefiava tinha capangas.
Que sina... Vamos orar. E cuidar para não sermos emrab, digo, enrolados.
Ivan

Wilson Alves disse...

Ivan...
Michel Temer é parlamentar do PMDB.
Sempre que perguntam se Temer seria um vice de seu agrado, Dilma responde que lhe parece ser, mas que quem decide é seu próprio partido, isentando-se assim de envolvimento maior.
Em Honduras o golpe foi militar, embora respaldado pela Suprema Corte, aliás, como de praxe nesses casos.
De qualquer forma, não há termos de comparação, já que, aqui no Brasil as instituições são muito mais sólidas.

Anônimo disse...

Wilson, o problema é o telhado de vidro não a sigla, justamente o que combatemos seja de que lado for.
Quanto aos golpes, são os civis que os armam e os desarmam conforme as conveniências ou ordens dos donos do mundo. O PIG, como porta-voz, não é comandado por militares.
Quanto a solidez das nossas instituições, embora melhores do que as dos "nuestros hermanos", nosso estado, é prova de que o conluio vem ocupando o lugar da harmonia. É a confiança que dá solidez às instituições. Se pairam muitas dúvidas e suspeitas, não podem ser consideradas sólidas. Há que se reconhecer contudo, os esforços para melhorá-las. Porém, há porem, há um caso diferente... Você conhece essa letra de música?
Ivan

Wilson Alves disse...

Pois é Ivan... Só que PMDB não é PT, por quem volta e meia chamuscamos a mão. Quem botar a mão no fogo pela probidade do partido de Temer, provavelmente, vai parar no hospital de queimados.
Toda essa conversa só pra te dizer, companheiro, que governar sem ter maioria no congresso é pura utopia.
Penso que a melhor vacina que há contra as anomalias sociais (golpe de estado incluso) é o bem estar da população. Só se tenta modificar radicalmente algo, se este algo vai de mal a pior, aliás, é por isso que toda vez que o PSDB quis privatizar alguma empresa o primeiro passo foi sucateá-la, tornando a estatal deficitária, inviável.
Naturalmente as instituições devem funcionar dentro de um padrão aceitável, suspeitas e/ou denúncias sempre hão de existir, porém, se estas não vierem embasadas em fatos comprobatórios redundarão inexoravelmente em nada.

Abração Ivan

PS Fico te devendo uma resposta a la Paulinho da Viola.

Anônimo disse...

Wilson e Ivan. tenho emprego pra vocês de servente de pedreiro. Pela conversa de vocês, o perfil é perfeito. É pegar ou largar. Tratar (44) 3420-3039.

Anônimo disse...

É verdade, né? Óia as conversa...

Wilson Alves disse...

Neste momento declinaremos do convite, senhor anônimo, mas não podemos de todo recusar a oferta, pois, se por uma infelicidade muito grande José Serra algum dia vier a ser presidente da república, qualquer serviço será bem vindo, até porque, provavelmente não haverão muitos.