24.5.08

Viva a CPMF!

Eu amo a CPMF. Ela é linda. O "P" deveria ser de permanente.
Mudem o que quiserem mudar. O imposto de renda, o ICMS, o IPTU... Só deixem a minha CPMF em paz. A CPMF não poderia ter sido assassinada. Uma vez sepultada deve ser ressuscitada. Ela é fiscalizatória.
Tem uma alíquota de míseros 0,38% e dá uma receita do caramba pra União.
A propósito: Quero ver arranjarem verba para a emenda 29 sem trazerem a CPMF de volta
(Blog do Braga)

3 comentários:

ze telles disse...

Lukas,
O BB manifestou interesse na compra da Nossa Caixa/SP;
Ze Serra disse que vende, mas vai depender do preço;
Os banqueiros privados se insurgiram e querem que o banco seja vendido em leilão;
A Nossa Caixa detém a folha de pagamento do funcionalismo de SP;
Para preservar o interesse público, melhor seria o banco permanecer sob comando do Estado (sentido amplo);
Se adquirirem, os banqueiros privados vão fechar agências e demitir bancários, pois esse filme já vimos na privatização do Banespa;
O título desse tópico chamou a atenção e logo vinculei a essa história da compra da NC pelo BB;
Afinal, a banqueirada do Febraban/Fenaban manda ou não nesse país? É o que veremos ao final dessa história.

lukas disse...

Tomara que O BB adquira a NC. Você falou tudo. Vide também a venda do Banestado. Eu conheço quatro pessos que foram demitidas, uma cunhada, inclusive, quando da venda do banco para o Itaú.
Serra, FHC, o PSDB, enfim, pregam o "Estado mínimo". Dá nisso aí. E a venda é tudo a preço de banana.

ze telles disse...

É espantoso ver como a mídia paga a peso de ouro está divulgando a tese de necessidade de leilão da NC.

Fique ligado quinze minutos na CBN para ouvir o que pensa o banqueiro sobre o assunto.

A Folha de hoje sustenta a tese de que Serra, ao manifestar favorável da venda ao BB, estaria ganhando tempo.

Também já vi esse filme. Essa aparente e enganosa preferência inicial do tucano serve justamente para colocar em polvorosa a banqueirada sequiosa em abocanhar o filé , para, num segundo momento, tirar algum (para bom entendedor, meias palavras bastam).