22.6.07

Sei lá...

A gente, eu e você, sempre estivemos à mercê de consertadores de eletrodomésticos. O noqueiro tem realmente certeza que a tv que deixou na eletrônica tem mesmo aquele defeito apresentado pelo técnico? Queimou realmente o capacitor externo e a saída da fonte? O que aconteceu na verdade com o rádio que parou de sintonizar FM porque fundiu a rebimboca da parafuseta? O aparelho de som foi pro beleléu porque o transístor UJH-340 que é ligado ao disjuntor, acoplado à saida do retentor estava desgastado? Será que é verdade?
Eu não vou falar o nome da empresa porque nem vale a pena e eu não quero arrumar pra cabeça. Tempos atrás o ferro de passar roupas aqui no barraco ferrou. Levei à eletrônica (fica em frente às Lojas Americanas, mas eu não quero falar o nome). Era uma porcaria de nada e cobraram 17 pilas. Recusei, uma vez que havíamos pagado uns 30 pilas no pareio uns 8 anos antes.
(A Isa comprou outro, modernão, e pagou 60 pilas)
No final do mês passado deixei um massageador para que fizessem um orçamento na empresa(que tem nome japonês, mas eu prefiro não citar). O conserto iria ficar em 106 reais.
Nós pagamos 100 (!) reais na coisa há cerca de um ano. Achei um absurdo e disse que não queria o conserto e que iria resgatá-lo no outro dia.
Mas o que eu queria dizer é o seguinte: quando a gente deixa aparelhos pra arrumar nesses lugares, não estamos passíveis de sermos lesados? O técnico- mancomunado com a loja, ou não, não estou dizendo que seja esse o caso, que eu não quero arrumar pra cabeça)- não pode retirar peças importantes e caras do aparelho e depois revender ou instalar em outros aparelhos que porventura sejam colocados para conserto?

4 comentários:

Anônimo disse...

Uma vez comprei uma cafeteira, na promoção, por R$ 21,00.
Funcionava legal, mas comi bronha e quebrei a jarra de vidro.
O pessoal da H##### teve a coragem de pedir R$ 80,00 pela jarrinha...
Fora o atendimento que é uma verdadeira "mercadoria".
Aliás, quando vou lá tenho a impressão de estar visitando o Egito (e não o Japão)... só tem múmia por lá, se somar a idade das atendentes deve passar de 1000 anos (a mulher do caixa deve ter uns 399) e a quantidade de pó no local dá aquele cheiro de sarcófago.

andye disse...

fiz um curso no Senai em Foz do Iguaçu na adolescência e o professor "ensinava" q era pra gente "enfiar a faca" no orçamento porque a dona-de-casa não sabe nada e pagaria para ter o eletrodoméstico funcionando de novo... um dia escrevo sobre essas coisa.

Anônimo disse...

Lango tem de pagar caro mesmo. Não entende nada e quer dar palpite? Tem de ser esfolado. Não quis nascer no Brasil e continuar sendo brasileiro? Aguenta.

Anônimo disse...

Levei um aparelho de som da Gradiente (nunca mais compro essa marca) a um consertadô alí na Praça Rocha Pombo. O tecno, além de não conseguir consertar, me devolveu com outros defeitos que não tinha quando deixei lá. Levei a uma autorizada que queria me cobrar quase o valor do aparelho novo. A b... tá num canto lá da dispensa, qualquer dia desses eu jogo fora. Mas nem tudo tá pois já encontrei pessoas honestas neste ramo.