15.5.07

Lugar nobre

O Conselho e FogãoEconômico do Casa viaja na maionese ( sem revelar nomes, que a gente não quer arrumar pra cabeça) e apresenta um dos maiores cambalachos da história dessa cidade que vive ao Deus dará e à mercê de pessoas que se acham os escolhidos.
Tudo começou em outubro de 2003, quando da idéia do tombamento do prédio da Companhia Melhoramentos do Norte do Paraná. Dois vereadores, João Alves, atual presidente da Câmara, e Divanir Moreno, foram envolvidos em processo criminal, acusados de terem recebido 150 mil da loteadora Santa Alice -responsável pela construção de um shopping no local- para que apresentassem um projeto de lei que desautorizava o tombamento da CMNP.
Os vereadores e a construtora sairam ilesos das acusações e hoje o que se vê (ou o que não sê vê) é um restolho da antiga Companhia lotada de salinhas comerciais . Nada lembra o antigo prédio. Maior sacanagem, e ficou por aí. Não teve Ministério Público que desse jeito.
Após isso (o não tombamento) a meta foi fazer a cabeça da população através da imprensa, que iria divulgar quase todos os dias a presença de drogados, estupradores, mendigos, moradores de rua e prostitutas naquele local, levando os maringaenses a corcordarem com o desmonte do prédio. (Notem que com a rodoviária velha o discurso foi o mesmo).
O próximo passo da jogada: alguém poderoso comprar o prédio da Clínica do doutor Coutinho, em frente ao Oba-Oba, desmanchar e construir lojinhas para que os donos dos boxes da rodoviária velha as tivessem, futuramente, como única alternativa para instalar o seu comércio. Fica a uma quadra da rodoviária e ninguém iria resistir, claro. A arapuca estava armada.
Nunca um empresário iria usar aquele espaço para fazer aqueles biombos diminutos. No local poderia ser eregido um prédio. Mas, não. Estava tudo prontinho pros comerciantes da rodô irem para lá- e quase todos foram. A fase inicial do esquema estava pronta.
(O dono de um bar, faltando dois meses da "queda" da marquise, e que tinha um movimento fabuloso em seu boteco, o colocou a venda, já sabendo o que iria rolar).
Passo 2: Dizem que na calada da noite, ou noites, pessoas ligadas a esses grupos foram desmontando parte da estrutura de metal que, de tanto ser desgastada com ferramentas, ruiu e veio abaixo, levando a prefeitura a optar pela demolição do prédio, mesmo com laudo contrário e com pedidos de tombamento da obra. Na verdade era pra ter morrido alguém com a queda, que era pro argumento ser mais convicente.
(Cá pra nós: estivesse tudo podre, não iria se soltar mais algumas partes da marquise? Outra coisa: o dinheiro do metal foi parar onde, já que uma empresa particular comprou a tralha toda?) Passo 3: Lotear a área para imobiliárias e grupos econômicos que financiam campanhas políticas há décadas nessa cidade. Já se fala em estacionamento subterrâneo, prédio comercial ou shopping. A gente aposta que, qualquer que seja a obra, alguém vai faturar os tubos.
(Luis Nassifu- do Conselho Econômico do Casa)

3 comentários:

Anônimo disse...

NOSSA SENHORA DO CANTÃO DE CATAGUÁ, QUANTA BESTEIRA...
TEM GENTE PRECISANDO TOMAR ANTIDEPRESSIVO, OU PARAR DE VER TELEVISÃO...NUNCA VI TAMANHA ASNEIRA, OU SANDICE DESSAS...
A CASA DO NÓCA VIROU CASA DE MÃE JOANA, ESTÁ PERDENDO A CREDIBILIDADE...
QUI QUI É ISSO...
ESTÁ PARECENDO AS VISÕES DE CHICO XAVIER....

Lukas... disse...

Ao "anônimo" (sempre essa corja covarde): 1)O CASA nunca teve credibilidade e nem é o objetivo do blog. A gente tá aqui é pra despertar a ira e o rancor em pessoas como você (no bom sentido).
2)Quem escreve em caixa alta é porque está nervoso e brabo, estressado e com algum problema conjugal. Quem precisa tomar antidepressivo e parar com a cachaça pelo jeito, é você.
3)Vai tentar dar em outro lugar.

(Atenciosamente: Jacomino Pires- do Conselho Editorial)

Jean disse...

Huaauahauahauahaaa!!
Boa resposta Jacomino Pires. Um feladamãe desses ou come mal ou é mal comido pra ser tão imbecil assim. Vai fundo aí nas suas críticas e brincadeiras. Falando nisso cadê as charadas espetaculares?